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quinta-feira, 16 de junho de 2011
sábado, 9 de janeiro de 2010
sábado, 5 de setembro de 2009
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
LAUDO PERICIAL CONTÁBIL
EX.mo (a) SR (a) DR(a) JUIZ (a) DE DIR.EITO DA ___ a VARA CÍVEL DA CIRCUNSCRIÇÃO JUDICIÁRIA DE UBERLÂNDIA/MG
Processo nº. _____________________
Requerente: Megalópole Venda de Serviços Ltda.
Requerido: Pantanal do Brasil – Indústria e Comércio de Computadores S/A.
LAUDO PERICIAL
RODRIGO DOS SANTOS PINHEIRO, brasileiro, Solteiro, contador, estabelecido a Av. Santana, bairro Centro, CEP 68.925-000, Santana/AP. Perito Judicial nomeado nos autos do processo supramencionado, tendo encerrado seu trabalho pericial, vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência.
Apresentar seu Laudo pericial.
2 de setembro de 2009
SÍNTESE DO OBJETIVO DA PÉRICIA
O presente Laudo pericial tem como objetivo apresentar o resultado da Perícia contábil
realizada em face do litígio existente entre Megalópole venda de serviços Ltda (Autor) e Pantanal do Brasil – Ind. E Com. De Computadores S/A (Ré), com fins de apurar o valor devido pelo Réu face à ação de indenização por danos morais, por perdas e danos materiais.
RESPOSTAS DOS QUESITOS
Na realização do trabalho, o planejamento envolveu o estudo prévio do processo, tomada de ciência do conteúdo e das abordagens dadas pelos quesitos das partes, permitindo e facilitando o exame dos documentos necessários. Dado o estudo do processo que envolver indenização por danos morais, por perda e danos matérias a autora foi nomeada pela requerente como agente Pantanal para comercialização de máquinas e ou serviços em caráter de exclusividade, com prazo de vigência até o final de 2005. Diz a autora que tal contrato não lhe auferia lucros, atendo-se precariamente.
Diz à autora que logo após, foi celebrado outro contrato, quando estabeleceram outra forma de remuneração levavam em vantagem somente a parte ré.
Dentre os quesitos apresentados pela autora está em relacionar as comissões registradas no livro diário e devidas pala ré a autora, mês a mês, no período de janeiro a dezembro de 1999. Desta forma excelência, para que possamos mensurar as comissões precisamos dos livros diários da autora matéria solicitados no termo de diligencia.
PARTE CONCLUSIVA
Pois como a prova pericial destina-se a verificar fatos relacionados com o objetivo da lide e seu resultado fica impossibilitado de determinar e responder os quesitos apresentados, pois não há documentos em que podemos analisar e procedermos as respostas dos quesitos, salientando que as respostas do termo de diligência não foi apresentado a este perito, sabemos que as respostas dos quesitos precisa ser exato e preciso. Até este momento me encontro a disposição da lide em questão para solucionar o caso. Aguardo decisão de vossa excelência.
Macapá-AP, 2 de setembro de 2009
RODRIGO DOS SANTOS PINHEIRO
CONTADOR - CRC/AP n. 000000/O - 0
Processo nº. _____________________
Requerente: Megalópole Venda de Serviços Ltda.
Requerido: Pantanal do Brasil – Indústria e Comércio de Computadores S/A.
LAUDO PERICIAL
RODRIGO DOS SANTOS PINHEIRO, brasileiro, Solteiro, contador, estabelecido a Av. Santana, bairro Centro, CEP 68.925-000, Santana/AP. Perito Judicial nomeado nos autos do processo supramencionado, tendo encerrado seu trabalho pericial, vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência.
Apresentar seu Laudo pericial.
2 de setembro de 2009
SÍNTESE DO OBJETIVO DA PÉRICIA
O presente Laudo pericial tem como objetivo apresentar o resultado da Perícia contábil
realizada em face do litígio existente entre Megalópole venda de serviços Ltda (Autor) e Pantanal do Brasil – Ind. E Com. De Computadores S/A (Ré), com fins de apurar o valor devido pelo Réu face à ação de indenização por danos morais, por perdas e danos materiais.
RESPOSTAS DOS QUESITOS
Na realização do trabalho, o planejamento envolveu o estudo prévio do processo, tomada de ciência do conteúdo e das abordagens dadas pelos quesitos das partes, permitindo e facilitando o exame dos documentos necessários. Dado o estudo do processo que envolver indenização por danos morais, por perda e danos matérias a autora foi nomeada pela requerente como agente Pantanal para comercialização de máquinas e ou serviços em caráter de exclusividade, com prazo de vigência até o final de 2005. Diz a autora que tal contrato não lhe auferia lucros, atendo-se precariamente.
Diz à autora que logo após, foi celebrado outro contrato, quando estabeleceram outra forma de remuneração levavam em vantagem somente a parte ré.
Dentre os quesitos apresentados pela autora está em relacionar as comissões registradas no livro diário e devidas pala ré a autora, mês a mês, no período de janeiro a dezembro de 1999. Desta forma excelência, para que possamos mensurar as comissões precisamos dos livros diários da autora matéria solicitados no termo de diligencia.
PARTE CONCLUSIVA
Pois como a prova pericial destina-se a verificar fatos relacionados com o objetivo da lide e seu resultado fica impossibilitado de determinar e responder os quesitos apresentados, pois não há documentos em que podemos analisar e procedermos as respostas dos quesitos, salientando que as respostas do termo de diligência não foi apresentado a este perito, sabemos que as respostas dos quesitos precisa ser exato e preciso. Até este momento me encontro a disposição da lide em questão para solucionar o caso. Aguardo decisão de vossa excelência.
Macapá-AP, 2 de setembro de 2009
RODRIGO DOS SANTOS PINHEIRO
CONTADOR - CRC/AP n. 000000/O - 0
MERCADO ABERTO - “OPEN MARKET”
MERCADO ABERTO - “OPEN MARKET”
Rodrigo dos Santos Pinheiro
Cursando o 8º Semestre em Ciências Contábeis pela Faculdade de Macapá – FAMA
E – Mail: rodrigopinheiro1@bol.com.br
Instrumento de política monetária que busca viabilizar o controle instantâneo da liquidez bancária.
Algumas opiniões sobre o tema dizem que a controladoria seria a contabilidade na sua essência, por produzir informações através de dados dos relatórios contábeis, transformando dados em informações. Na literatura sobre o tema há pontos de entendimento comum, também existe discrepância sobre a amplitude de sua aplicação. Um exemplo prático sobre o tema é a indefinição sobre que profissional melhor seria para atuar como Controller, dependendo da organização tal profissional poder ter diferentes atribuições, em algumas empresas o Engenheiro é bastante atuante em outras há a preferência por Contador, desta forma dependendo das atribuições do profissional, ele pode ser responsável pela contabilidade na geração de relatórios contábeis e em outro ser o estrategista que participa do planejamento e presta suporte a todo o quatro gerencial da organização.
A controladoria é uma realidade necessária as empresas brasileiras, pois 7 em cada 10 empresas falecem durante os cincos primeiros anos, fatores estes sendo discutidos e estudados por profissionais, instituição como o SEBRAE, a falta de recursos financeiro e a maior reclamações feitas pelos empreendedores, dados levantados pelo SEBRAE mostram que vários fatores contribuem para a mortalidade, como a falta de planejamento tributário, gestão empresarial, gerenciamento de custos, despreparo para a gestão empresarial; isto é, não tinham um fluxo de caixa, um controle financeiro, orientação sobre a comercialização, formação de preços adequados, controle de estoques, etc. A controladoria é uma ferramenta na qual pode auxiliar desde a gestão dos empreendimentos até a gestão tributária. Esta ferramenta é capaz de analisar o fluxo de caixa, fazer um acompanhamento do faturamento, previsão de gastos, tais como: Matérias primas ou mercadorias, folha de pagamento, encargos, impostos, empréstimos e outras despesas, etc.
No Brasil as micros e pequenas empresas são 9 em cada 10, daí a relevância de existir um planejamento e suporte direcionadas a sua realidade. Conforme Fabretti (Contabilidade tributária, 9ª Ed. 2005), “O estudo feito previamente, ou seja, antes da realização do fato administrativo, pesquisando-se seus efeitos jurídicos e econômicos e as alternativas legais menos onerosas, denomina-se Planejamento Tributário”. Pode-se definir que desde o planejamento tributário as empresas podem garantir a economia nos gastos com tributos, em conformidade com os normativos que regem o sistema tributário nacional. Uma observação importante é que nem sempre uma empresa na qual sua receita bruta e atividade possa lhe enquadra no Simples seja sua melhor opção de regime tributário, a controladoria juntamente com relatórios contábeis, pode auxiliar na escolha do regime menos oneroso.
Contudo o que foi exposto podemos dizer que a controladoria é uma de fundamental importância a sobrevivência das micro e pequenas empresas, por estarem presentes no gerenciamento global de suas atividades, sempre procurando alternativas de lucratividade, soluções logísticas, redução de custos e maximização de resultados.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Revista Brasileira de Contabilidade, nº 175 – jan/fev 2009 – Artigo: Controladoria: um estudo bibliométrico no Congresso de Contabilidade de 2000, 2004 e 2008.
Láudio Camargo Fabretti, Contabilidade Tributária, 9º Ed., 2005, Editora Atlas S/A.
Artigo: início de um novo negócio. Extraídos da internet.
Artigo: o papel dos escritórios de contabilidade na sobrevivência das micro e pequenas empresas. Extraídos da internet.
Rodrigo dos Santos Pinheiro
Cursando o 8º Semestre em Ciências Contábeis pela Faculdade de Macapá – FAMA
E – Mail: rodrigopinheiro1@bol.com.br
Instrumento de política monetária que busca viabilizar o controle instantâneo da liquidez bancária.
Algumas opiniões sobre o tema dizem que a controladoria seria a contabilidade na sua essência, por produzir informações através de dados dos relatórios contábeis, transformando dados em informações. Na literatura sobre o tema há pontos de entendimento comum, também existe discrepância sobre a amplitude de sua aplicação. Um exemplo prático sobre o tema é a indefinição sobre que profissional melhor seria para atuar como Controller, dependendo da organização tal profissional poder ter diferentes atribuições, em algumas empresas o Engenheiro é bastante atuante em outras há a preferência por Contador, desta forma dependendo das atribuições do profissional, ele pode ser responsável pela contabilidade na geração de relatórios contábeis e em outro ser o estrategista que participa do planejamento e presta suporte a todo o quatro gerencial da organização.
A controladoria é uma realidade necessária as empresas brasileiras, pois 7 em cada 10 empresas falecem durante os cincos primeiros anos, fatores estes sendo discutidos e estudados por profissionais, instituição como o SEBRAE, a falta de recursos financeiro e a maior reclamações feitas pelos empreendedores, dados levantados pelo SEBRAE mostram que vários fatores contribuem para a mortalidade, como a falta de planejamento tributário, gestão empresarial, gerenciamento de custos, despreparo para a gestão empresarial; isto é, não tinham um fluxo de caixa, um controle financeiro, orientação sobre a comercialização, formação de preços adequados, controle de estoques, etc. A controladoria é uma ferramenta na qual pode auxiliar desde a gestão dos empreendimentos até a gestão tributária. Esta ferramenta é capaz de analisar o fluxo de caixa, fazer um acompanhamento do faturamento, previsão de gastos, tais como: Matérias primas ou mercadorias, folha de pagamento, encargos, impostos, empréstimos e outras despesas, etc.
No Brasil as micros e pequenas empresas são 9 em cada 10, daí a relevância de existir um planejamento e suporte direcionadas a sua realidade. Conforme Fabretti (Contabilidade tributária, 9ª Ed. 2005), “O estudo feito previamente, ou seja, antes da realização do fato administrativo, pesquisando-se seus efeitos jurídicos e econômicos e as alternativas legais menos onerosas, denomina-se Planejamento Tributário”. Pode-se definir que desde o planejamento tributário as empresas podem garantir a economia nos gastos com tributos, em conformidade com os normativos que regem o sistema tributário nacional. Uma observação importante é que nem sempre uma empresa na qual sua receita bruta e atividade possa lhe enquadra no Simples seja sua melhor opção de regime tributário, a controladoria juntamente com relatórios contábeis, pode auxiliar na escolha do regime menos oneroso.
Contudo o que foi exposto podemos dizer que a controladoria é uma de fundamental importância a sobrevivência das micro e pequenas empresas, por estarem presentes no gerenciamento global de suas atividades, sempre procurando alternativas de lucratividade, soluções logísticas, redução de custos e maximização de resultados.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Revista Brasileira de Contabilidade, nº 175 – jan/fev 2009 – Artigo: Controladoria: um estudo bibliométrico no Congresso de Contabilidade de 2000, 2004 e 2008.
Láudio Camargo Fabretti, Contabilidade Tributária, 9º Ed., 2005, Editora Atlas S/A.
Artigo: início de um novo negócio. Extraídos da internet.
Artigo: o papel dos escritórios de contabilidade na sobrevivência das micro e pequenas empresas. Extraídos da internet.
A CONTROLADORIA E O PLANEJAMENTO NAS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS
A CONTROLADORIA E O PLANEJAMENTO NAS MICROS E PEQUENAS EMPRESAS
Rodrigo dos Santos Pinheiro
O cenário mundial dos negócios tem exigido a cada instante gestão estratégia dos negócios em favor da lucratividade e bem estar da humanidade, dos funcionários e da própria sobrevivência das empresas e organizações, a controlaria surgiu da necessidade de uma maior racionalidade das informações produzidas dos setores da organização, sendo uma das maiores ferramentas a gestão empresarial e produção de informações através de relatórios contábeis. A literatura sobre o tema ainda hoje não há uma definição unânime do conceito de Controladoria, a própria concepção e conceito de Controller quanto à sua atuação e atribuições dependem da vivência do indivíduo, dependendo da organização pode exercer diferentes atividades ao longo de sua trajetória profissional.
Algumas opiniões sobre o tema dizem que a controladoria seria a contabilidade na sua essência, por produzir informações através de dados dos relatórios contábeis, transformando dados em informações. Na literatura sobre o tema há pontos de entendimento comum, também existe discrepância sobre a amplitude de sua aplicação. Um exemplo prático sobre o tema é a indefinição sobre que profissional melhor seria para atuar como Controller, dependendo da organização tal profissional poder ter diferentes atribuições, em algumas empresas o Engenheiro é bastante atuante em outras há a preferência por Contador, desta forma dependendo das atribuições do profissional, ele pode ser responsável pela contabilidade na geração de relatórios contábeis e em outro ser o estrategista que participa do planejamento e presta suporte a todo o quatro gerencial da organização.
A controladoria é uma realidade necessária as empresas brasileiras, pois 7 em cada 10 empresas falecem durante os cincos primeiros anos, fatores estes sendo discutidos e estudados por profissionais, instituição como o SEBRAE, a falta de recursos financeiro e a maior reclamações feitas pelos empreendedores, dados levantados pelo SEBRAE mostram que vários fatores contribuem para a mortalidade, como a falta de planejamento tributário, gestão empresarial, gerenciamento de custos, despreparo para a gestão empresarial; isto é, não tinham um fluxo de caixa, um controle financeiro, orientação sobre a comercialização, formação de preços adequados, controle de estoques, etc. A controladoria é uma ferramenta na qual pode auxiliar desde a gestão dos empreendimentos até a gestão tributária. Esta ferramenta é capaz de analisar o fluxo de caixa, fazer um acompanhamento do faturamento, previsão de gastos, tais como: Matérias primas ou mercadorias, folha de pagamento, encargos, impostos, empréstimos e outras despesas, etc.
No Brasil as micros e pequenas empresas são 9 em cada 10, daí a relevância de existir um planejamento e suporte direcionadas a sua realidade. Conforme Fabretti (Contabilidade tributária, 9ª Ed. 2005), “O estudo feito previamente, ou seja, antes da realização do fato administrativo, pesquisando-se seus efeitos jurídicos e econômicos e as alternativas legais menos onerosas, denomina-se Planejamento Tributário”. Pode-se definir que desde o planejamento tributário as empresas podem garantir a economia nos gastos com tributos, em conformidade com os normativos que regem o sistema tributário nacional. Uma observação importante é que nem sempre uma empresa na qual sua receita bruta e atividade possa lhe enquadra no Simples seja sua melhor opção de regime tributário, a controladoria juntamente com relatórios contábeis, pode auxiliar na escolha do regime menos oneroso.
Contudo o que foi exposto podemos dizer que a controladoria é uma de fundamental importância a sobrevivência das micro e pequenas empresas, por estarem presentes no gerenciamento global de suas atividades, sempre procurando alternativas de lucratividade, soluções logísticas, redução de custos e maximização de resultados.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Revista Brasileira de Contabilidade, nº 175 – jan/fev 2009 – Artigo: Controladoria: um estudo bibliométrico no Congresso de Contabilidade de 2000, 2004 e 2008.
Láudio Camargo Fabretti, Contabilidade Tributária, 9º Ed., 2005, Editora Atlas S/A.
Artigo: início de um novo negócio. Extraídos da internet.
Artigo: o papel dos escritórios de contabilidade na sobrevivência das micro e pequenas empresas. Extraídos da internet.
Rodrigo dos Santos Pinheiro
O cenário mundial dos negócios tem exigido a cada instante gestão estratégia dos negócios em favor da lucratividade e bem estar da humanidade, dos funcionários e da própria sobrevivência das empresas e organizações, a controlaria surgiu da necessidade de uma maior racionalidade das informações produzidas dos setores da organização, sendo uma das maiores ferramentas a gestão empresarial e produção de informações através de relatórios contábeis. A literatura sobre o tema ainda hoje não há uma definição unânime do conceito de Controladoria, a própria concepção e conceito de Controller quanto à sua atuação e atribuições dependem da vivência do indivíduo, dependendo da organização pode exercer diferentes atividades ao longo de sua trajetória profissional.
Algumas opiniões sobre o tema dizem que a controladoria seria a contabilidade na sua essência, por produzir informações através de dados dos relatórios contábeis, transformando dados em informações. Na literatura sobre o tema há pontos de entendimento comum, também existe discrepância sobre a amplitude de sua aplicação. Um exemplo prático sobre o tema é a indefinição sobre que profissional melhor seria para atuar como Controller, dependendo da organização tal profissional poder ter diferentes atribuições, em algumas empresas o Engenheiro é bastante atuante em outras há a preferência por Contador, desta forma dependendo das atribuições do profissional, ele pode ser responsável pela contabilidade na geração de relatórios contábeis e em outro ser o estrategista que participa do planejamento e presta suporte a todo o quatro gerencial da organização.
A controladoria é uma realidade necessária as empresas brasileiras, pois 7 em cada 10 empresas falecem durante os cincos primeiros anos, fatores estes sendo discutidos e estudados por profissionais, instituição como o SEBRAE, a falta de recursos financeiro e a maior reclamações feitas pelos empreendedores, dados levantados pelo SEBRAE mostram que vários fatores contribuem para a mortalidade, como a falta de planejamento tributário, gestão empresarial, gerenciamento de custos, despreparo para a gestão empresarial; isto é, não tinham um fluxo de caixa, um controle financeiro, orientação sobre a comercialização, formação de preços adequados, controle de estoques, etc. A controladoria é uma ferramenta na qual pode auxiliar desde a gestão dos empreendimentos até a gestão tributária. Esta ferramenta é capaz de analisar o fluxo de caixa, fazer um acompanhamento do faturamento, previsão de gastos, tais como: Matérias primas ou mercadorias, folha de pagamento, encargos, impostos, empréstimos e outras despesas, etc.
No Brasil as micros e pequenas empresas são 9 em cada 10, daí a relevância de existir um planejamento e suporte direcionadas a sua realidade. Conforme Fabretti (Contabilidade tributária, 9ª Ed. 2005), “O estudo feito previamente, ou seja, antes da realização do fato administrativo, pesquisando-se seus efeitos jurídicos e econômicos e as alternativas legais menos onerosas, denomina-se Planejamento Tributário”. Pode-se definir que desde o planejamento tributário as empresas podem garantir a economia nos gastos com tributos, em conformidade com os normativos que regem o sistema tributário nacional. Uma observação importante é que nem sempre uma empresa na qual sua receita bruta e atividade possa lhe enquadra no Simples seja sua melhor opção de regime tributário, a controladoria juntamente com relatórios contábeis, pode auxiliar na escolha do regime menos oneroso.
Contudo o que foi exposto podemos dizer que a controladoria é uma de fundamental importância a sobrevivência das micro e pequenas empresas, por estarem presentes no gerenciamento global de suas atividades, sempre procurando alternativas de lucratividade, soluções logísticas, redução de custos e maximização de resultados.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Revista Brasileira de Contabilidade, nº 175 – jan/fev 2009 – Artigo: Controladoria: um estudo bibliométrico no Congresso de Contabilidade de 2000, 2004 e 2008.
Láudio Camargo Fabretti, Contabilidade Tributária, 9º Ed., 2005, Editora Atlas S/A.
Artigo: início de um novo negócio. Extraídos da internet.
Artigo: o papel dos escritórios de contabilidade na sobrevivência das micro e pequenas empresas. Extraídos da internet.
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